Mostrando postagens com marcador Diário de Viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diário de Viagem. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de junho de 2015

Diário de viagem: Cingapura - dia 3

A programação do dia era explorar os principais cartões postais de Cingapura e conhecer a Funan Digitalife Mall, um shopping com 6 andares dedicados a lojas que vendem artigos eletrônicos, pois queria comprar o meu "pau de selfie" para poder aparecer nas fotos da viagem.
Depois do café da manhã saímos a pé mesmo, pois tudo que queríamos ver ficava bem próximo ao Marina Bay Sands.
Primeiro passamos pelo ArtScience Museum, um prédio com forma de flor que fica bem em frente ao hotel. O museu abriga uma exposição permanente - a ArtScience: uma jornada através da criatividade- e outra temporárias. Para checar horários, preços e exposições, clique aqui.


Atravessamos a Helix Bridge, uma ponte em formato de espiral e que representa a estrutura do DNA, e chegamos à região de Marina Bay. Seguimos nossa caminhada até Esplanade, um complexo com teatro, lojas e restaurantes. Em forma de Durian, uma fruta nativa do sudeste asiático, a atração não passa despercebida.

Esplanade

Continuamos rumo ao Merlion Park, onde fica localizada a estátua do Merlion, o símbolo de Cingapura, uma figura mitológica com cabeça de leão e corpo de peixe. Antigamente a estátua ficava localizada na foz do rio Cingapura. No entanto, com a construção da ponte Esplanade, a estátua teve sua visão bloqueada e foi realocada para o endereço atual. A estátua tem 8,6 metros de altura e fica de costas para o The Fullerton Hotel, um dos hotéis mais tradicionais da cidade. Uma estátua menor, de 2 metros de altura, também está localizada no Merlion Park.
Aproveitamos a pausa para tirar umas fotos e fazer um lanchinho na Starbucks.

Merlion Park

Prosseguimos com nossa caminhada rumo à Funan Digitalife Mall. Passamos por mais alguns pontos turísticos da cidade, tais como a National Gallery e o prédio da antiga prefeitura (City Hall). Mais alguns minutos e chegamos à Funan.
Rodamos os 6 andares do shopping e constatamos que os preços de eletrônicos em Cingapura não são vantajosos. Percebemos que os preços não variam muito de uma loja para outra. Vale a pena entrar nas maiores, que tem os preços fixos e indicados, pra depois partir para as outras menores, que os vendedores dão o preço conforme a cara do freguês. Isso aconteceu conosco em uma lojinha, em que o vendedor informou que o preço do "pau de selfie" era de 50 dólares de Cingapura. Agradecemos e quando estávamos prestes a sair da loja o vendedor foi baixando o valor até chegar a 10 dólares. Já tínhamos visto em outra loja o mesmo por 9.99 dólares. Depois dessa esperteza é claro que não compramos nada com ele.


Almoçamos por lá e mesmo e retornamos para o nosso hotel para curtir a piscina, afinal de contas essa era nosso último dia no Marina Bay Sands.
Assim como no primeiro dia que visitamos, a piscina estava lotada, sem espreguiçadeiras vazias. Mas agora estava armada com meu "pau de selfie"e pelo menos poderia tirar umas fotos legais com a cidade como pano de fundo.


De noite fomos ao Gardens by the Bay ver o Christmas Wonderland. Se as árvores futuristas iluminadas já são motivo suficiente para uma visita noturna a esse inusitado jardim, com a decoração natalina tudo fica ainda mais especial. Até um mercado de Natal parecido com os europeus foi reproduzido. Só faltou baixar a temperatura.



Depois fomos ao Shoppes jantar bem rapidinho para dormirmos cedo, pois no dia seguinte partiríamos para Langkawi.


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Diário de viagem: Cingapura - dia 2

Não tínhamos planejado nada para fazer no nosso segundo dia em Cingapura, pois acreditávamos que chegaríamos tão cansados da maratona de voos que só iriamos querer dormir. Ledo engano!!! Como chegamos no meio da tarde do dia anterior e esperamos até de noite para dormir nem sentimos o efeito do jet leg. O mais impressionante foi que a baby Nat se adaptou tranquilamente à mudança de fuso.
Acordamos por volta das 8 horas totalmente dispostos e resolvemos começar nosso tour em terras asiáticas com um programa bem kids friendly: uma visita ao zoológico de Cingapura, que fica localizado na floresta tropical de Mandai e abriga mais de 2.800 animais de cerca de 300 espécies de mamíferos, pássaros e répteis.


O trajeto de táxi do nosso hotel, que ficava na região de Marina Bay, até o zoo durou cerca de 25 minutos, e isso num domingo com zero trânsito. Tivemos a oportunidade de ir observando a bela arquitetura da cidade e nos impressionando com o quanto Cinga é arborizada, organizada e limpa.
Chegamos por volta das 10 horas, bem depois do horário de abertura, que é 8:30. Fizemos uma pausa no KFC para tomarmos nosso café da manhã mega calórico e ficarmos no ponto para bater muita perna no zoológico, pois o mesmo é imenso.
Seguimos para a bilheteria e compramos nossos tickets. Junto eles entregam um mapa que é bem útil, pois informa o horário dos shows, que são 4: splash safári, amigos animais, floresta tropical contra ataca e elefantes em ação.
Como estávamos com a baby e não queríamos nos prender a horários muito rígidos fomos curtindo o zoo sem nos atermos à programação do mapa, e quando coincidia de estarmos perto de algum anfiteatro onde ocorreria algum show, parávamos para ver.
E olha que tem muita coisa para ver, pois o zoológico está dividido em 11 zonas, tais como deserto australiano, África selvagem, Grande Vale do Rift, reino primata, dentre outras.

Deserto australiano - uma das 11 zonas do Singapore Zoo

O paisagismo do parque é impressionante. As cercas, em sua maioria, ficam disfarçadas pela vegetação e a sensação que se tem é que os animais nem estão presos.
Mesmo domingo sendo um dia complicado para esse tipo de passeio, pois geralmente costuma lotar, não estava muvucado e deu para ver tudo com calma. As maiores aglomerações se formavam nos locais dos shows.
Pela manhã fizemos o nosso passeio debaixo de um sol forte e muito calor. Importante cuidar da hidratação, especialmente quem está com crianças que costumam ficar correndo de um lado para o outro. Mas conforme o dia foi avançando o céu começou a ficar encoberto e não demorou a cair as primeiras gotas. Esperamos a chuva passar em uma choupana, mas o tempo foi passando, nada de a chuva ceder e a fome foi aumentando.


Quando a chuva melhorou um pouco procuramos um restaurante. Aparentemente todo mundo teve a mesma ideia de comer enquanto esperava a chuva passar. O restaurante Ah Meng estava lotado, mas tivemos a sorte de conseguir uma mesa. O restaurante oferece diversas opções de comida: ocidental, malaia, indiana, etc. Escolhi um prato feito indiano que estava mais ou menos e deu para quebrar o galho e forrar o estômago. Após o almoço a chuva cessou e continuamos nossa visita.
No zoo de Cingapura tem uma área chamada Kidzworld, com brinquedos molhados que são uma boa opção para deixar a criançada brincar a vontade e se refrescar enquanto os pais descansam. Portanto, é bom levar biquíni/sunga e uma toalha. Eu não levei, mas lá mesmo colado aos brinquedos tem uma lojinha que vende trajes de banho, protetor solar, toalhas e tudo mais que for preciso para uma diversão molhada.


Kidzworld

Para mamães que estão com bebês que ainda mamam, nessa área tem banheiro com sala de amamentação, além de trocador e microondas, o que quebra um galho danado. Aproveitei a comodidade para amamentar a Nat.
Depois da diversão no Kidzworld continuamos nossa caminhada pelo zoo. A tarde estava quase acabando e ainda tinha tanta coisa para ver!



Uma coisa bem legal, e uma baita coincidência também, foi que encontrei a Pricilla do blog Vamos Aonde, que estava morando em Cingapura, em pleno zoo. Já tínhamos trocado umas mensagens e até combinado de marcar um café, mas encontrá-la assim de surpresa do outro lado do mundo foi bem bacana. Na verdade, reconheci uma das meninas quando estava na fila do banheiro, rsrs. Dudu se enturmou com as duas e o trio fez a maior farra.



Infelizmente a tarde estava chegando ao fim e era hora de nos dirigirmos à fila de táxi para voltamos. Para nossa surpresa a mesma estava gigantesca. E quando o assunto é fila de táxi, com exceção do aeroporto, não vi ninguém ter prioridade por estar com bebê. O jeito foi esperar e levou uns 30 minutos para chegar a nossa vez. Uma boa pedida é comprar um chip para celular e baixar algum aplicativo que permita chamar o táxi pelo telefone.
Já tínhamos combinado com a Priscilla de nos encontrar mais tarde para jantarmos juntas no Newton Food Centre, uma espécie de shopping center gastronômico cheio de barracas que oferecem diversos tipos de comida asiática. Tentação demais.
Apesar de cansados, comemos, bebemos e conversamos um pouco. Ótima maneira para encerrar o primeiro dia de passeios com chave de ouro.
O melhor de tudo foi o fato de a Nat ter aguentado bravamente o primeiro dia de passeios. Passar mais de 12 horas batendo perna pela rua não é para os fracos. Ainda mais para uma bebezinha de 3 meses.


Comendo e apreciando uma cerveja Tiger no Newton Food Center


Informações úteis

Singapore Zoo
- Site http://www.zoo.com.sg/
- Funcionamento das 8:30 às 18:00, todos os dias do ano
- Ticket: $ 32.00 adulto e $ 21.00 criança. Menores de 3 anos não pagam.
- Como chegar: de transporte público, dá para ir de MRT até uma estação que fique próxima e pegar um ônibus até o zoo. Para checar as estações e números dos ônibus, clique aqui.




domingo, 10 de maio de 2015

Diário de viagem: Cingapura - dia 1

Chegamos a Cingapura por volta das 3 da tarde. Por incrível que possa parecer eu nem estava tão cansada, apesar das quase 48 horas de viagem. Tudo que queríamos era sair do aeroporto o mais rápido possível e ir logo para o hotel. O aeroporto de Changi ajuda nessa tarefa: super organizado, funcionários bem treinados e cordiais e com filas especiais para quem está com crianças pequenas. Em poucos minutos já tínhamos vencido a fila da imigração e estávamos com nossa bagagem em mãos quando um grupo de chineses cercou a Natalia e começou a tirar fotos dela. Achei aquela cena inusitada e engraçada, e mal sabia eu que aquele fato se repetiria várias vezes durante nossa viagem.
Seguimos para a fila do táxi, e mais uma vez tivemos prioridade por estarmos com um bebê. Andei menos de 10 metros até o carro e tive a confirmação de que o calor sufocante de Cingapura não é lenda. Confortavelmente instalados, fomos apreciando o caminho. Com avenidas amplas, bem pavimentadas e arborizadas, Cinga realmente impressiona. E conforme avançávamos rumo à região de Marina Bay nosso deslumbramento aumentava. Era sábado e o trajeto foi bem rápido. Em menos de 20 minutos estávamos aos pés do hotel com a piscina mais espetacular do planeta.

Marina Bay Sands

O Marina Bay Sands é realmente um hotel superlativo: 2.560 apartamentos, a maior piscina de borda infinita ao ar livre nas alturas (200 m) do mundo, um shopping repleto das marcas mais exclusivas, um cassino top para jogador nenhum botar defeito. E o vai e vem de pessoas no lobby do hotel é insano. Neste post aqui fizemos um relato da nossa experiência no hotel.
Adoramos nosso quarto. Bem amplo e novo e, apesar de ter carpete, não tinha aquele cheiro de mofo.
Em seguida fomos aproveitar a piscina do hotel, afinal ela foi a responsável pela escolha do Marina Bay Sands.

Eu na piscina do Marina Bay Sands

Como vocês podem reparar na foto acima, todo mundo atrás de mim está pousando para um clique, o que confirma o fato de que a piscina do Marina Bay Sands se firmou como uma das principais atrações turísticas da cidade.
A vista lá do alto é realmente incrível.
Só achei ruim o fato de não termos conseguido pegar uma espreguiçadeira livre. No fim da tarde a área da piscina bomba.


Meu príncipe e eu


Cinga vista do alto

Depois de curtirmos a piscina do hotel voltamos para o nosso quarto e nos arrumamos para conhecer o The Shoppes at Marina Bay Sands, um complexo recheado de lojas grifadas anexo ao hotel.

The Shoppes

Estávamos ansiosos para comer no Din Tai Fung, rede de restaurantes de Taiwan que tem como carro chefe o Xiao Long Bao, uma espécie de dumpling servido em uma cesta de bambu.
Ao chegarmos nos deparamos com essa fila de gente esperando a chamada. Lá eles dão uma senha prioritária para quem está com bebês, mas mesmo assim esperamos uns 25 minutos até sermos chamados.
Pela vitrine é possível observar o preparo da massa.

Din Tai Fung do The Shoppes

Para não pagar mico vale a pena observar os locais. Resumidamente, primeiro você pega a trouxinha com o hashi e coloca na colher funda com um pouco de molho e, segurando com o hashi, vai comendo aos poucos, colocando o que sobrou na colher. Nem pense em colocar tudo de uma vez na boca, rsrs.



Após comermos retornamos para o hotel para uma merecida noite de sono depois de 2 dias viajando. Até que esse primeiro meio dia em Cingapura foi produtivo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Diário de Viagem: Cidade do Panamá (dia 2)

Acordamos recuperados do pancadão do dia anterior. Descemos para tomar café da manhã. O do Hard Rock Hotel não decepciona, oferendo grande variedade de frutas, sucos naturais, vários tipos de pães, cereais, etc. Nada melhor do que começar o dia com fartura à mesa.
O restaurante no qual é servido o café da manhã é enorme, com duas alas distintas em que são servidas as mesmas coisas. Apesar de bastante movimentado conseguimos pegar um mesa. Os itens eram repostos antes mesmo de acabarem e não notamos aquela bagunça peculiar aos hotéis muito movimentados.


O Riolando nos buscou no hotel para iniciarmos nosso segundo dia de passeios na cidade do Panamá. Nossa primeira parada do dia foi no Panama Viejo, parte da cidade que concentra os resquícios da antiga Cidade do Panamá antes dos incêndios que a devastaram.
O ideal é visitar o Panama Viejo no início da manhã, pois anda-se bastante e a temperatura é mais amena. É importante também ir com um guia, pois do contrário aquele monte de ruínas podem não fazer nenhum sentido. Nada melhor do que ter alguém para ir contando a História daquele lugar e como a intervenção humana contribuiu para que tudo ficasse do jeito que está atualmente.

Panamá Viejo

A Cidade do Panamá foi o ponto de partida para as expedições que conquistaram o Peru e serviu de rota para o escoamento das riquezas provenientes da Costa do Pacífico.
Em 1671 sofreu um ataque pirata capitaneado pelo inglês Henry Morgan. Por medida de segurança, o general Don Juan Pérez de Guzmán ordenou a evacuação da cidade e o saque dos depósitos de pólvora, o que acarretou o incêndio que a destruiu.
O que vemos hoje em dia são as ruínas da antiga Cidade do Panamá, que foi convertida em Patrimônio Mundial pela Unesco em 1997. Para saber um pouquinho mais da História do Panama Viejo, acesse o site da Unesco.
Escavações estão sendo feitas em vários pontos do Panamá Viejo. Além disso, um a obra de recuperação da Plaza Mayor está em curso, tendo como proposta recuperar a configuração original da praça.
Com a construção da Via Cincuentenario, que faz parte do projeto de preservação do patrimônio histórico, ocorreu a proibição tráfego de veículos no Panama Viejo. 

Panama Viejo livre dos veículos

De lá seguimos para o Museu Panama Viejo, que fica na Avenida Cincuentenario. O museu, apesar de pequeno e sem grandes atrativos, traz informações sobre os primeiros habitantes do Panamá e a chegada dos espanhóis. Uma maquete nos possibilita visualizar como era o Panamá Viejo antes de ser destruído pelos incêndios.

Aula de História in loco

Optamos por almoçar na Praça de Alimentação do Multiplaza Pacific Mall, o shopping mais chique na cidade. Louis Vuitton, Cartier, Salvatore Ferragamo, Chanel e Hermès, dentre outras, marcam presença. Mas essas marcas europeias são caríssimas no Panamá, não compensa comprar não, a não ser para quem tem muito $$$ sobrando.
Se você for comprar no Multiplaza, não esqueça de fazer o seu Panama Shopping Card, que dá descontos em lojas selecionadas que podem chegar a 15%. Para fazer basta apresentar o passaporte.

Multiplaza e suas lojas chiques

Fomos para a praça de alimentação, que é bem grande e com opções para todos os gostos: Taco Bell, KFC, Mac Donald's, Burger King, Subway, Quiznos, só para citar alguns. Para quem quer almoçar de verdade o Tony Roma's é uma boa pedida.
Para as crianças tem um trenzinho que dá uma volta no andar térreo do shopping. É uma boa pedida para os pequenos descansarem um pouco.Custa US$ 1.00 a volta.

Dudu no Multiplaza

Aproveitamos para olhar os preços dos tênis e roupas de corrida. Apesar de os preços dos tênis serem similares aos dos EUA, os últimos lançamentos ainda não tinham chegado ao Panamá. Já o preço das roupas não estavam tão bons não, comprei apenas dois shorts de corrida e uma camiseta. Já o marido encontrou algumas regatas baratas. A loja que mais gostamos foi a Sportline America.
Gostamos da loja de departamento Felix Maduro. Os preços dos brinquedos estavam bons comparados aos do Brasil.
Em seguida fomos visitar o Canal do Panamá. Antes de rumar para lá é bom verificar a programação dos navios para não correr o risco de chegar lá e só encontrar embarcações menores atravessando o canal.
Nesse post aqui contamos como foi nossa visita e fornecemos algumas informações básicas sobre o Canal.

Canal do Panamá

Após nossa visita ao Canal do Panamá passamos no Albrook Mall, o maior shopping da Cidade do Panamá, pois queria comprar minha câmera Go Pro. Comprei na Panafoto, uma rede de lojas de produtos eletrônicos com vários endereços na cidade. Mas não achei os preços de eletrônicos no Panamá bons não. A minha Go Pro, por exemplo, saiu US$ 49.00 mais cara do que em Aruba e Curaçao, por exemplo.
É um shopping muito grande e, como não queríamos fazer compras, não ficamos muito tempo por lá. Tudo o que precisávamos era voltar para o hotel curtir a piscina e testar a Go Pro.

Albrook Mall

domingo, 27 de outubro de 2013

Diário de viagem: Cidade do Panamá (dia 1)

Nosso voo da Copa Airlines vindo de Manaus chegou à Cidade do Panamá às 6 horas, 30 minutos antes do previsto. Como o Aeroporto Internacional de Tocumen passava por obras, estava um tanto bagunçado. Ficamos impressionados com e enorme quantidade de passageiros transitando pelos corredores do terminal de embarque.
O processo de imigração foi rápido e bastante tranquilo. Pegamos nossa mala, que não demorou a chegar. Aliás, ela já estava nos esperando na esteira.
Contratamos o guia Riolando, do Conexão Panamá, para nos buscar no aeroporto e começar dali mesmo o primeiro dia de passeios pela Cidade do Panamá. Como chegamos mais cedo que o previsto, ele ainda não estava lá. Tentamos utilizar o wi-fi do aeroporto para entrarmos em contado via whatsapp e avisarmos que já tínhamos chegado. Tivemos dificuldade em conseguir sinal, meu marido ficou zanzando no saguão de desembarque até encontrar um lugar em que conseguisse acessar a internet.
Aproveitei e fui sacar dinheiro, pois não levamos nada.  Após atravessar o portão do desembarque é só caminhar para o lado direito até o fim do corredor que você vai encontrar caixas eletrônicos (cajero automático). Apesar da moeda do país ser a Balboa, quando fazemos saques em caixas eletrônicos recebemos dólares americanos. Balboa mesmo só em moedas, que eles te dão como troco nas compras.
Logo em seguida chegou o Riolando. Apresentações feitas, seguimos para o carro para partirmos para nosso primeiro dia passeios na cidade, apesar do cansaço por termos acordado de madrugada para pegarmos o voo.
O carro do Riolando é bem espaçoso, cabem vários volumes no porta malas. Dentro do carro, água gelada, barrinhas de cereal e biscoitos ficam a nossa disposição.

Carro do Riolando

Logo na saída do aeroporto pegamos um trânsito infernal, que se tornaria uma constante durante nossa estada na cidade. O aeroporto fica a uns 20 quilômetros da cidade e o fluxo nesse sentido fica bastante pesado no início da manhã. Levamos cerca de uma hora para vencermos o primeiro engarrafamento do dia. De tarde o fluxo se inverte. Portanto, lembre-se: se você pegar um voo no fim da tarde ou de noite saia com bastante antecedência.
No meio do caminho o Dudu engatou um papo cabeça com o Riolando e começou a tagarelar sobre seus carros favoritos. Era Bugatti Veyron pra lá e Lamborghini Aventador para cá e a mama aqui só boiando na conversa. Mas o Riolando é super atencioso com os pequenos e passou por um bairro que concentra as lojas das grandes marcas automotivas na Cidade do Panamá para deleite do filhote.
De lá seguimos para o Mirador de Las Americas, monumento construído em comemoração aos 150 anos da presença chinesa do país. Para chegar lá cruza-se a Ponte das Américas, que une o norte e o sul do continente americano, separados quando da construção do Canal do Panamá.
Do Mirador de las Americanos temos uma bela vista da entrada do canal, do Porto Balboa e do Cerro Ancón.

Mirador de Las Americas

De lá fomos ao Cerro Ancón, ponto mais alto da cidade do Panamá. No trajeto até o topo passamos por casas elegantes bem ao estilo americano. Aliás, ficamos sabendo que vários americanos aposentados tem optado por se mudarem para a Cidade do Panamá para desfrutar de um padrão de vida mais elevado.
Lá do alto podemos ver o Canal do Panamá, Amador Causeway e os arranhas céus da Cinta Costera.

Vistas do alto do Cerro Ancón


Em seguida fomos ao Amador Causeway (Calçada de Amador), que é uma via que conecta a a cidade com quatro ilhas do Oceano Pacífico, as quais formam um arquipélago. Construído em 1913, fazia parte de um conjunto militar americano construído para proteger a entrada do canal. Após a devolução do Canal do Panamá ao país pelo Tratado de Tojitos Carter, essa área foi transformada em atração turística, contando com grande variedade de restaurantes, bares e lojas. Pena que visitamos a Calçada de Amador de dia, pois me pareceu um lugar bem agradável para um happy hour.
Aproveitamos para tomar um sorvete na Dolce Idea, um misto de cafeteria e sorveteria. Muito bom o sorvete. O marido aproveitou a pausa para dar uma olhada nos preços dos perfumes numa loja Duty Free, mas me contou que não achou os preços bons.

Amador Causeway

Conhecemos, também, o Centro Artesanal de Amador, que possui vários stands abarrotados do artesanato local. Lá tem de tudo: roupas, bijuteria, objetos de decoração, chapéus, etc. O que mais gostei foram os vasos e pratos e palha coloridos. No entanto, os preços destes são bem caros. Vale a pena pechinchar. Aqueles que apreciam artesanato com certeza vão gostar.
Passamos pelo Museu da Biodiversidade que, infelizmente, ainda não estava pronto. Mais um motivo para voltar em breve!

Museu da Biodiversidade


Como a fome apertou pedimos pro Riolando nos levar a um restaurante em que eu pudéssemos provar os famosos patacones, que nada mais são que banana verde cortadas em rodelas e fritas até ficarem bem torradas, que podem ser servidas puras ou recheadas.
Fomos ao restaurante Diablicos do Casco Antiguo. Chegamos por volta das 14:00 e o restaurante estava vazio. Escolhemos patacones recheados de entrada, claro. Os pratos principais são individuais, mas achei-os grandes. Para o Dudu eles fizeram um prato infantil de tirinhas de frango empanadas e batatas fritas, que estavam deliciosas.

Diablicos

Demos uma breve volta de reconhecimento pelo Casco Antiguo. Como estávamos cansados, voltamos para o hotel e decidimos visitar o Casco Antiguo outro dia. Nesse post aqui contamos como visitar essa charmosa parte da Cidade do Panamá.

Casco Antiguo

O resto do dia foi dedicado ao ócio. Aproveitamos para ficar à beira da piscina tomando mojitos enquanto o Dudu se divertia. No fim da tarde a área de piscina do Hard Rock fica bem animada, com hóspedes e não hóspedes bebericando e conversando fiado. Como estávamos com sono, comemos no bar que fica a beira da piscina e fomos dormir cedo.
Para saber como foi nossa experiência no Hard Rock, clique aqui.