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sábado, 14 de julho de 2012

Roma - parte 2


Após tomarmos café, hora de seguirmos para o Vaticano, pois tínhamos visita agendada para as 9:00. Ao nos aproximarmos, começamos a ficar assustados, pois a fila estava gigantesca. Mas logo descobrimos que aquela fila era para quem ainda não tinha comprado o ingresso. Como não era o nosso caso, seguimos em frente e entramos direto. Nada de filas.
Compramos os tickets pelo site do próprio Vaticano. Para acessá-lo, clique aqui. Pagamos 19 € por pessoa, sendo 15 € o valor do ticket 4 € o valor da taxa de pré-venda. É preferível pagar esse valor a mais e não pegar filas para entrar, especialmente no verão.
É recomendável, também, entrar no site para ver os dias em que o museu não funciona. Aos domingos, com exceção do último de cada mês, a entrada é gratuita das 9:00 às 12:30.
O Vaticano é o menor Estado independente do mundo, quer seja pelo seu tamanho (44 hectares), quer por sua população. Seu surgimento se deu com a assinatura do Tratado de Latrão, firmando entre a Santa Sé e a Itália em 11 de fevereiro de 1929, durante o governo de Benito Mussolini.

Apesar de termos chegado cedo, já estava cheio. Mas deu para ver tudo com bastante calma. vejamos algumas fotos desse belíssimo lugar.





Depois visitamos a praça de
 São Pedro e sua Basílica.
Resolvemos voltar caminhando para o hotel para trocarmos de roupa. 
Essa Roma é uma cidade muito exibida mesmo. Quando você menos espera tem um monumento, uma ponte, uma ruela que atrai os olhares e merecem ser fotografados.


Roupas trocadas, hora de seguir para o Coliseu.
Compramos nossos tickets no site da OmniTicket Itália (http://www.ticketclic.it). Pagamos € 12.00 + €
1,50 (taxa de conveniência). É seguro e você recebe seus tickets por e-mail. Aqui vale o mesmo que afirmamos com relação ao Vaticano. Compensa pagar esse extra e não ficar amargando um tempão da fila para comprar os ingressos. A entrada para que já tinha o ingresso não tinha fila alguma.
O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flávio, teve sua construção iniciada com o Imperador Vespasiano no ano 72 d.c. Foi inaugurado durante o governo do Tito, filho de Vespasiano, no ano 80, e, por fim, a obra foi concluída no governo de Dominicano, irmão mais novo de Tito, entre 81 d.c e 96 d.c.
É uma obra grandiosa. Não dá para não pensar nos combates que ali ocorreram séculos a fio, onde escravos, prisioneiros de guerra e criminosos serviam de entretenimento para a plateia. Um relance do filme Gladiador me veio à cabeça.
Seguem algumas fotos do Coliseu.


À esquerda do Coliseu está o Arco de Constantino, construído no ano 315 d.c para celebrar a vitória de Constantino sobre o então Imperador Maxentius.

Em seguida, visitamos as ruínas do Fórum Romano. Infelizmente não deu para tirar fotos, pois a bateria da câmera acabou.





sexta-feira, 13 de julho de 2012

Roma - parte 1

Acordamos totalmente descansados da viagem. Após cumprida a missão de comprar os capacetes da AGV, tivemos o dia todo para passear sem compromisso de horário com nada. A ideia era sair do hotel e visitar os pontos turísticos localizados entre nosso hotel e a Embaixada do Brasil, que fica na Piazza Navona, pois iria encontrar um amigo que trabalhava lá.
Primeira parada, Piazza di Spagna. Por volta das 10 horas a mesma já estava bombando. Tem uma escadaria que leva até a Igreja Trinità dei Monti.
Seguimos rumo à Piazza Navona. No meio do caminho, após atravessarmos uma ruela, nos deparamos com o Panteão. Roma é assim, cheia de surpresas. Quando você menos espera se depara com algo grandioso. O monumento foi construído no ano 27 a.c, durante a República Romana, por Marco Agripa. Destruído por um incêndio em 80 d.c, foi totalmente reconstruído durante o reinado de Adriano, no ano 125 d.c. Nesse momento, uma aula de direito romano me passa pela cabeça.
Em frente ao Panteão está a Piazza della Rotonda. Tal nome se deve ao fato de o Panteão ser informalmente conhecido como Igreja de Santa Maria Rotonda. No centro da praça tem uma fonte, a Fonte do Panteão, e um obelisco.



Seguimos, então, para a Piazza Navona. A praça dispõe de três fontes, sendo que a mais emblemática, e bela,  é a Fontana dei Quattro Fiumi (fonte dos Quatro Rios).

A Fontana di Nettuno também tem seus encantos.
Já eram quase 3 horas da tarde. A fome apertou. Por indicação do meu amigo, fomos almoçar no Pizza Re. O restaurante é frequentado pelo pessoal que trabalha nas cercanias. Nada de armadilha pega turista. Pedimos o prato executivo, que vem com uma bebida inclusa. Eles oferecem 3 ou 4 opções de prato. Escolhi o gnocchi com salmão, que estava delicioso. Paguei apenas 9 euros.
Não tirei fotos do lugar e nem dos pratos, mas dá para checar o menu no site do restaurante. Os preços são bem camaradas.
Continuamos nossa caminhada pela Avenida del Corso. Passamos pelo monumento a Vittorio Emanuelle II, o primeiro rei da Itália unificada. Também é conhecido como Altare della Patria. Foi projetado por Giuseppi Sacconni em 1885  e inaugurado em 1911.

Seguimos em direção ao Coliseu. Apesar de termos comprados os tickets pela internet não deu para visitá-lo, pois já estava fechando. Aproveitamos para tirarmos umas fotos dos arredores.




Subimos até o parque Colle Opio para fazer uma pausa antes de continuarmos nossa caminhada até a Fontana di Trevi. Muitos locais caminhando, correndo e  empurrando carrinhos de bebê. Local muito agradável para um pique nique. 

Hora de continuarmos nossa caminhada.
Logo chegamos ao nosso próximo destino, Fontana di Trevi, eternizada no filme La Dolce Vita, de Frederico Fellini. A cena de Anita Elkberg tomando banho de roupa e tudo na fonte é inesquecível. Infelizmente, estava parcialmente encoberta por uns tapumes devido às obras de restauração.
Hora de voltar para o hotel. Estávamos totalmente exaustos. Pegamos umas fatias de pizza no caminho e devoramos. Só queríamos chegar ao hotel e dormir.