sexta-feira, 13 de julho de 2012

Roma - parte 1

Acordamos totalmente descansados da viagem. Após cumprida a missão de comprar os capacetes da AGV, tivemos o dia todo para passear sem compromisso de horário com nada. A ideia era sair do hotel e visitar os pontos turísticos localizados entre nosso hotel e a Embaixada do Brasil, que fica na Piazza Navona, pois iria encontrar um amigo que trabalhava lá.
Primeira parada, Piazza di Spagna. Por volta das 10 horas a mesma já estava bombando. Tem uma escadaria que leva até a Igreja Trinità dei Monti.
Seguimos rumo à Piazza Navona. No meio do caminho, após atravessarmos uma ruela, nos deparamos com o Panteão. Roma é assim, cheia de surpresas. Quando você menos espera se depara com algo grandioso. O monumento foi construído no ano 27 a.c, durante a República Romana, por Marco Agripa. Destruído por um incêndio em 80 d.c, foi totalmente reconstruído durante o reinado de Adriano, no ano 125 d.c. Nesse momento, uma aula de direito romano me passa pela cabeça.
Em frente ao Panteão está a Piazza della Rotonda. Tal nome se deve ao fato de o Panteão ser informalmente conhecido como Igreja de Santa Maria Rotonda. No centro da praça tem uma fonte, a Fonte do Panteão, e um obelisco.



Seguimos, então, para a Piazza Navona. A praça dispõe de três fontes, sendo que a mais emblemática, e bela,  é a Fontana dei Quattro Fiumi (fonte dos Quatro Rios).

A Fontana di Nettuno também tem seus encantos.
Já eram quase 3 horas da tarde. A fome apertou. Por indicação do meu amigo, fomos almoçar no Pizza Re. O restaurante é frequentado pelo pessoal que trabalha nas cercanias. Nada de armadilha pega turista. Pedimos o prato executivo, que vem com uma bebida inclusa. Eles oferecem 3 ou 4 opções de prato. Escolhi o gnocchi com salmão, que estava delicioso. Paguei apenas 9 euros.
Não tirei fotos do lugar e nem dos pratos, mas dá para checar o menu no site do restaurante. Os preços são bem camaradas.
Continuamos nossa caminhada pela Avenida del Corso. Passamos pelo monumento a Vittorio Emanuelle II, o primeiro rei da Itália unificada. Também é conhecido como Altare della Patria. Foi projetado por Giuseppi Sacconni em 1885  e inaugurado em 1911.

Seguimos em direção ao Coliseu. Apesar de termos comprados os tickets pela internet não deu para visitá-lo, pois já estava fechando. Aproveitamos para tirarmos umas fotos dos arredores.




Subimos até o parque Colle Opio para fazer uma pausa antes de continuarmos nossa caminhada até a Fontana di Trevi. Muitos locais caminhando, correndo e  empurrando carrinhos de bebê. Local muito agradável para um pique nique. 

Hora de continuarmos nossa caminhada.
Logo chegamos ao nosso próximo destino, Fontana di Trevi, eternizada no filme La Dolce Vita, de Frederico Fellini. A cena de Anita Elkberg tomando banho de roupa e tudo na fonte é inesquecível. Infelizmente, estava parcialmente encoberta por uns tapumes devido às obras de restauração.
Hora de voltar para o hotel. Estávamos totalmente exaustos. Pegamos umas fatias de pizza no caminho e devoramos. Só queríamos chegar ao hotel e dormir.

domingo, 8 de julho de 2012

Rio de Janeiro - parte 3

Acordei mega cedo para poder pegar o transfer disponibilizado pela organização da corrida. Por volta das 9:30 já estava de volta ao hotel. A galerinha tinha acabado de acordar. Vida mole essa.
Tínhamos planejado para hoje uma visita ao Pão de Açúcar. No entanto, o dia estava chuvoso. Não dava nem para ver o bondinho.
Decidimos começar o nosso tour pelo lugar que considero o meu favorito na cidade maravilhosa: o Jardim Botânico. Não posso ir ao Rio e não passar por lá. Para obter informações acerca horário de visitação e ingresso, clique aqui.
A chuva não deu trégua. Pelo contrário, piorou. Tivemos que comprar capas chuva lá na lojinha do Jardim Botânico, pois só com o guarda-chuva não daria para fazer o passeio.

Chafariz central

Lago amazônico
A História do Jardim Botânico está ligada à vinda da família real portuguesa para o Brasil. Em 13 de junho de 1808, com o objetivo de aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais, o Príncipe Regente D. João criou o Jardim da Aclimação. Em 11 de outubro desse mesmo ano, recebeu o nome de Real Horto.
As primeiras plantas do Jardim Botânico vieram das Ilhas Maurício, do Jardim La Pamplemousse, e foram trazidas por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a D. João.
Em 1822, o Real Horto foi aberto à visitação pública.
Seguem mais fotos desse belíssimo lugar.