sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Osaka - parte 2

No nosso segundo dia em Osaka, começamos com uma visita ao Templo Shintennoji, um dos templos mais antigos do Japão e o primeiro a ser construído pelo Estado. Foi fundado em 593 pelo Princípe Shotoku, que apoiava a introdução do budismo no Japão. Apesar de ter sido destruído diversas vezes ao longo de sua existência, foi cuidadosamente reconstruído para refletir o design original do 6º século.
Entrada do Shintennoji Temple
A visitação da área externa do templo é gratuita. No entanto, a entrada para o jardim Gokuraku-jodo e a casa do tesouro são pagas.
Seguem algumas fotos do templo.





Em seguida, fomos ao Aquário de Osaka (Kaiyukan).
Kaiyukan
O aquário de Osaka fica na zona portuária da cidade, no vilarejo de Tempozan. 15 tanques exibem a vida marinha de diversas partes do planeta. O tanque central, que possui 9 metros de profundidade, representa o Oceano Pacifico, e abriga um tubarão baleia, que é a atração principal do aquário.
O site do aquário possui diversas informações, tais como acesso e preços, além de discorrer sobre as espécies em exibição no aquário. Tem até uma versão em português, basta clicar aqui
Ao comprar o ticket, você pode escolher apenas a visita ao aquário. Mas há também a opção de subir na roda-gigante e de fazer um passeio de barco. Nós apenas visitamos o aquário e andamos na roda-gigante, pois estava ventando muito no dia da nossa visita.
O aquário vale a pena ser visitado.







Após a visita ao aquário fomos ao Tempozan Market Place. Lá dentro fica o Naniwa Kuishinbo, um shopping center gastronômico. Aqui fomos introduzidos ao okonomiyaki, que lembra , guardadas as devidas proporções, uma pizza. Desceu bem com uma Asahi bem gelada. Hum!

Hora de passear na roga gigante. Lá do alto temos uma bela visão da cidade. Ainda bem que o tempo colaborou e fez um solzão.










quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Chegando a Osaka - dia 1


Enfim, chegamos! O aeroporto de Kansai é bem moderno. O processo de imigração foi rápido e indolor. Entre entrar na fila e sair com o passaporte carimbado, ou melhor, etiquetado, não levou mais que 5 min.
Nossa bagagem demorou menos de 5 minutos para chegar na esteira. Assim que pegamos nossas bagagens fomos providenciar nosso transporte até o hotel. Não recomendo pegar táxis, a menos que você tenha muito $$$ sobrando, visto que uma corrida até o hotel pode custar cerca de R$ 400,00.
Para pegar os trens, você precisa subir até o 2º andar. As linhas da Japan Railway (JR) e da Nankai ficam lado a lado. Qual delas escolher vai depender do seu destino. Como nos hospedamos no Fraser Residence Nankai Osaka optamos pela Nankai Line, que tem como destino a estação de Namba Nankai Station, bem próxima ao nosso hotel (uns três minutinhos de caminhada). Se seu destino for a estação de Namba, você tem duas opções: o Airport Express, que faz paradas em mais estações e é mais barato, e o Rapit α, direto e mais caro. A diferença de tempo entre os dois é de apenas 9 minutos, o que me fez optar pelo primeiro. Você pode obter mais informações transportes a partir do aeroporto do site do mesmo (http://www.kansai-airport.or.jp/en/access/train/index.html).
Obs: quando fomos ao Japão, os guichês da Nankai Line no aeroporto de Osaka não aceitavam cartões de crédito. Assim sendo, leve ienes do Brasil ou faça saque nas ATM's do aeroporto. Como não gosto de chegar a outro país com as mãos abanando, levei uma quantia do Brasil.
O hotel - Fraser Residence Nankai Osaka
Chegamos ao hotel por volta das 10 horas. Bem mais cedo, portanto, que o horário previsto para check-in. No entanto, logo fomos encaminhados ao nosso quarto. Aproveitamos para tirar um cochilo antes de  darmos uma voltinha de reconhecimento.
O quarto até que tem um tamanho bem razoável. É equipado com frigobar, cooktop, máquina de lavar/secar. Muito prático ter máquina de lavar/secar dentro do quarto, pois dá pra levar menos roupa e não ficar carregando aquele monte de bagagem.
Fizemos a reserva pelo próprio site do hotel, considerando que o valor sairia menor que no booking.com e no hotels.com. No valor da reserva estava incluso café-da-manhã. Não era buffet. Eles te ofereciam 3 opções de pratos. Café e sucos eram liberados. Não era um prato farto, mas bem gostosinho.
Recepcionistas muito simpáticas e solicitas, como é padrão no Japão.
Os arredores
Acordamos com uma fome e fomos dar uma voltinha. Bem pertinho do hotel tem um restaurante chamado 551 horai. Trata-se de uma rede de restaurante chinês com vários pontos em Osaka. Achamos um na Isetan da estação de Kyoto também. Os pratos são bem fartos e com um ótimo preço. Dá para comer muito bem por R$ 30,00 por pessoa ou menos. Considerando que eles oferecem chá e água de cortesia, você nem precisa gastar com bebidas. Além disso, no Japão não é cobrada taxa de serviço. Não custa lembrar que uma lata de refrigerante não sai por menos de R$ 10,00 e um chopp pequeno por R$ 15,00. Anotem essa dica, você não vão se arrepender! 
551 Horai (foto Japan Guide)

Depois fomos dar uma voltinha a pé até Dotombori, uma rua cheia de restaurantes e bem movimentada à beira do canal de mesmo nome. O mais emblemático deles é o Kani Doraku, onde você pode degustar o famoso caranguejo japonês.
Mas se você não estiver disposto a gastar muito por uma refeição, há várias outras opções na mesma rua. O melhor de tudo é que os pratos ficam expostos em uma espécie de vitrine acompanhados dos seus respectivos preços. Caso  o garçon não fale inglês e você não manje um pouco de japonês, é só apontar. Os cardápios, mesmo quando em japonês, costumam trazer fotos dos pratos.
Fachada de restaurante em Dotombori
Restaurante Kani Doraku - só em Dotombori há 2 unidades
Primeiro dia com gostinho de quero mais. Minha primeira impressão da cidade, e do Japão, foi a melhor possível. Pessoas simpáticas e extremamente educadas, tudo muito organizado, ruas impecavelmente limpas e seguras.