sábado, 14 de julho de 2012

Pra lá de Marrakesh


Por mais que você já tenha lido sobre Marrakesh e ouvido relatos sobre a cidade, você nunca estará preparado para lhe espera.
Uma vez transpostos os muros da medina, um mundo novo se descortina frente aos nossos olhos. A Marrakesh intramuros é caótica: carros, carroças, bicicletas e motocicletas disputam ferozmente cada espaço.

Se você tiver alugado um carro e estiver hospedado em algum Riad na medina, reze para Alá para que seu GPS te leve são e salvo a teu destino, que será, muito provavelmente, um estacionamento público. Creio que a maioria dos Riad não dispõem de estacionamento privado. Assim sendo, você deverá saber de antemão qual o estacionamento mais próximo antes de chegar ao hotel.
O nosso Riad, o Dar Anika, não ficava tão no centro da medina. A uns 500 metros do hotel tinha um estacionamento público que custava  30 dirhams (cerca de 7 reais) por dia. 
Rodamos um pouquinho para chegar ao estacionamento, pois o GPS indicava um outro lugar. Tivemos que parar o carro e pedir ajuda dos locais. Mas tudo ocorreu sem grandes dramas.
Carro estacionado, chegou a hora de conhecer o Riad. Fomos recebidos por Samir e, depois de um check in super rápido, fomos agraciados com um delicioso chá de hortelã com doces árabes, leite e tâmaras. Samir aproveitou a oportunidade para falar um pouco sobre a cidade.
Hora de explorar o Riad!
O Dar Anika é um Riad bem pequeno, acolhedor e super charmoso. Não poderia ter feito escolha melhor. Fiz a reserva pelo booking.com. 
Seguem algumas fotos do Riad.





Infelizmente, não tirei mais fotos do Riad e nem dos quartos. Mas no site deles (http://www.riaddaranika.com) tem muitas fotos legais.
O café da manhã do hotel ,apesar de não ter muitas opções, é delicioso e é servido no terraço do Riad. Tem sempre um suco de laranja, chá de hortelã ou café com leite, um iogurte de comer rezando, bolos e pães, geleia e manteiga. 
Primeiras impressões: calor de matar no verão (uns 45ºC), caos generalizado na medina, staff do hotel super receptivo e acolhedor.
                                                    

Roma - parte 2


Após tomarmos café, hora de seguirmos para o Vaticano, pois tínhamos visita agendada para as 9:00. Ao nos aproximarmos, começamos a ficar assustados, pois a fila estava gigantesca. Mas logo descobrimos que aquela fila era para quem ainda não tinha comprado o ingresso. Como não era o nosso caso, seguimos em frente e entramos direto. Nada de filas.
Compramos os tickets pelo site do próprio Vaticano. Para acessá-lo, clique aqui. Pagamos 19 € por pessoa, sendo 15 € o valor do ticket 4 € o valor da taxa de pré-venda. É preferível pagar esse valor a mais e não pegar filas para entrar, especialmente no verão.
É recomendável, também, entrar no site para ver os dias em que o museu não funciona. Aos domingos, com exceção do último de cada mês, a entrada é gratuita das 9:00 às 12:30.
O Vaticano é o menor Estado independente do mundo, quer seja pelo seu tamanho (44 hectares), quer por sua população. Seu surgimento se deu com a assinatura do Tratado de Latrão, firmando entre a Santa Sé e a Itália em 11 de fevereiro de 1929, durante o governo de Benito Mussolini.

Apesar de termos chegado cedo, já estava cheio. Mas deu para ver tudo com bastante calma. vejamos algumas fotos desse belíssimo lugar.





Depois visitamos a praça de
 São Pedro e sua Basílica.
Resolvemos voltar caminhando para o hotel para trocarmos de roupa. 
Essa Roma é uma cidade muito exibida mesmo. Quando você menos espera tem um monumento, uma ponte, uma ruela que atrai os olhares e merecem ser fotografados.


Roupas trocadas, hora de seguir para o Coliseu.
Compramos nossos tickets no site da OmniTicket Itália (http://www.ticketclic.it). Pagamos € 12.00 + €
1,50 (taxa de conveniência). É seguro e você recebe seus tickets por e-mail. Aqui vale o mesmo que afirmamos com relação ao Vaticano. Compensa pagar esse extra e não ficar amargando um tempão da fila para comprar os ingressos. A entrada para que já tinha o ingresso não tinha fila alguma.
O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flávio, teve sua construção iniciada com o Imperador Vespasiano no ano 72 d.c. Foi inaugurado durante o governo do Tito, filho de Vespasiano, no ano 80, e, por fim, a obra foi concluída no governo de Dominicano, irmão mais novo de Tito, entre 81 d.c e 96 d.c.
É uma obra grandiosa. Não dá para não pensar nos combates que ali ocorreram séculos a fio, onde escravos, prisioneiros de guerra e criminosos serviam de entretenimento para a plateia. Um relance do filme Gladiador me veio à cabeça.
Seguem algumas fotos do Coliseu.


À esquerda do Coliseu está o Arco de Constantino, construído no ano 315 d.c para celebrar a vitória de Constantino sobre o então Imperador Maxentius.

Em seguida, visitamos as ruínas do Fórum Romano. Infelizmente não deu para tirar fotos, pois a bateria da câmera acabou.